Nesse ano, os olhares do mundo se voltaram para um impasse criado há tempos na sociedade francesa. A intolerância de uma grande parte da população e do governo para com os costumes muçulmanos tem sido notícia e assunto para discussão nos diversos cantos do planeta. O problema já é antigo, mas é só agora que decisões mais duras estão sendo tomadas contra o direito à liberdade desses cidadãos, na França e em parte da Europa.
A última lei que diz respeito a isso aprovada na França proíbe que os muçulmanos façam suas orações na ruas — orações que devem ser feitas nos horários corretos por aqueles que seguem a religião. É bom saber que para fazer as orações, as pessoas tem de se flexionar sobre seus tapetes nos horários certos, totalizando cinco rezas por dia.
Lamentavelmente, políticos como Marine Le Pen, presidente da Frente Nacional francesa (partido de extrema-direita, diga-se de passagem) e possível futura presidente do país se eleita em 2012 (e tem grandes chances), acham essa prática uma invasão. Marine é filha de Jean-Marie Le Pen, fundador da Frente Nacional e presidente até janeiro de 2011, quando passou o cargo para a filha. Os ideais de pai e filha não são muito diferentes; para conseguir votos para a eleição presidencial, Marine ainda defende algumas ideias de Jean como o retorno da pena de morte e a oposição à imigração. De vez em quando, em seus discursos, não mede palavras para causar desconforto à comunidade muçulmana francesa, que é a maior da Europa.
Se isso acontece com ela fora do poder (o governo Sarkozy se vezes da mesma forma sobre o assunto, reprimindo os praticantes do islã), imaginem só se ela for eleita presidente do país em 2012.
Essa intolerância está instalada no pensamento de muitos franceses e, cada vez mais, aumenta o conflito étnico-religioso entre muçulmanos e não praticantes. Ter aversão a estrangeiros é uma prática evidente em todo o continente Europeu, principalmente estrangeiros vindos da África e do Oriente Médio.
Bom, voltando às leis, uma que também causou polêmica e revolta na comunidade islâmica e no mundo foi a proibição do uso do véu para as mulheres muçulmanas. A alegação daqueles que defendem a lei é a de que muitas mulheres estão sendo obrigadas a usar o niqab contra a sua vontade e que essa medida dá maior liberdade a elas.
Por um lado a alegação é válida, mas por outro podemos pensar na seguinte questão: e aquelas mulheres que usam o véu por sua própria vontade e estão sendo hostilizadas pela polícia e pela população francesa por não cumprirem a lei? Como fica o caso delas?
A resposta é simples, o governos francês e a população não estão preocupados com o o sofrimentos das mulheres que são obrigadas a usar o véu, com as orações realizadas no meio da rua ou com qualquer outro costume islâmico. A verdade é que a França tem uma dificuldade muito grande de assimilar a sua comunidade muçulmana, que tem mais de 6 milhões de pessoas.
Se isso acontece com ela fora do poder (o governo Sarkozy se vezes da mesma forma sobre o assunto, reprimindo os praticantes do islã), imaginem só se ela for eleita presidente do país em 2012.
Essa intolerância está instalada no pensamento de muitos franceses e, cada vez mais, aumenta o conflito étnico-religioso entre muçulmanos e não praticantes. Ter aversão a estrangeiros é uma prática evidente em todo o continente Europeu, principalmente estrangeiros vindos da África e do Oriente Médio.
Bom, voltando às leis, uma que também causou polêmica e revolta na comunidade islâmica e no mundo foi a proibição do uso do véu para as mulheres muçulmanas. A alegação daqueles que defendem a lei é a de que muitas mulheres estão sendo obrigadas a usar o niqab contra a sua vontade e que essa medida dá maior liberdade a elas.
Por um lado a alegação é válida, mas por outro podemos pensar na seguinte questão: e aquelas mulheres que usam o véu por sua própria vontade e estão sendo hostilizadas pela polícia e pela população francesa por não cumprirem a lei? Como fica o caso delas?
A resposta é simples, o governos francês e a população não estão preocupados com o o sofrimentos das mulheres que são obrigadas a usar o véu, com as orações realizadas no meio da rua ou com qualquer outro costume islâmico. A verdade é que a França tem uma dificuldade muito grande de assimilar a sua comunidade muçulmana, que tem mais de 6 milhões de pessoas.

Quanto aos discursos preconceituosos de certos políticos só há uma coisa no que se pensar: a intolerância gera o ódio; milhares de muçulmanos (homens e mulheres) estão sendo duramente reprimidos por simplesmente seguirem seus costumes religiosos, e isso é inaceitável! Quando se coloca uma sociedade contra um certo grupo específico que também a integra, gera-se repulsa, conflitos e perseguição dos dois lados. Lembraram de alguma situação histórica parecida com essa?
Pois é, DIVERSAS e nenhuma terminou bem.
Comentem!
Abraços
Luiz G. S. Neto
Legal pra sair da crise a Europa vai precisar de mão de obra, a qual não possui devido a sua população "velhaca". Turcos vão migrar, depois muçulmanos e todos engoliram um tremendo orgulho.
ResponderExcluirnazis X todos
ResponderExcluirditadura X esquerda
K.K.K. X negros
ingleses X China (guerra do ópiummmm)
Gostaria de colocar uma questão filosófico-política:
Qual o limite da tolerancia?
para mim: o sujeito Intolerante.
Ou seja, se o tolerante não tolera o intolerante, ele é também um intolerante (mas se diz hipocritamente tolerante)
Quero ressaltar que a tolerância nunca existiu e esta tentativa de implantá-la com unanimidade é IN-tolerante!
Se algém não quer aceitar o outro, por mais anti-ético que seja, está dentro da ideologia da tolerância a aceitação deste. Então sejamos mais honestos com nós mesmos e gritemos bem alto:
EU NÃO TOLERO EUROPEUS XENOFÓBICOS
EU NÃO TOLERO EXCREMENTOS SOCIAIS RACISTAS
EU NÂO TOLERO QUE DESRESPEITA OS HUMILDES.
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Isto é só uma forma de sairmos da pretensa neutralidade axiolócia da tolerância indiferente e sim, tomarmos posição diante do fascismo que tenta renascer sempre que o liberalismo e o capital não conseguem se regularem com a 'Mão Invisível' de Smith.(veja hitler, e agora sarkozy, berlusconi, tea party.......)
Nosso papel, nesse momento de
É nois!!
Abraçooo, tentarei escrever nesse Domingão, as provas passaram.
*Nosso papel, nesse momento de hegemonia, é de lutar incansavelmente conta a crescente direita rancorosa e elitista
ResponderExcluirfalooo