Nos últimos tempos, tem se admitido no Estado democrático um 4º poder além dos já existentes (Executivo, Legislativo e Judiciário), a Mídia. A todo momento somos bombardeados por informações e notícias, o que nos dá a impressão de termos na palma de nossas mãos o conhecimento do que realmente acontece na sociedade, e o melhor, em tempo real. Contudo, a verdade é que a mídia ganhou o status de “poder” não por sua incrível capacidade de transmitir informações com eficiência e sim por controlar as pessoas de acordo com os interesses econômicos e políticos, como nunca foi feito.
Falando em escala global, a televisão com certeza é a principal arma desse controle das massas, mas os jornais, revistas e outros veículos de comunicação também entram na dança. Existem, no entanto, pessoas que fazem o jornalismo de forma justa, mas esses são raridade.
É bom lembrar também que não estamos falando aqui de teoria conspiratória nenhuma, mas sim de uma realidade incontestável, basta querer enxergar.
O poder de influência que a mídia exerce na sociedade é de uma magnitude assustadora; nos telejornais, por exemplo, os acontecimentos ao redor do mundo não são passados aos telespectadores como realmente deveriam, mas de acordo com os interesses políticos e financeiros que envolvem a emissora. Duvidam? Então, reflitam comigo sobre a relação entre Ricardo Teixeira e a nossa “querida” Rede Globo; uma relação já antiga.
Há pouco tempo, a rede Record e outras empresas de comunicação tem lançado críticas duras ao chefão da CBF, que o envolvem em corrupção. Contudo, a Globo não se manifestou no começo. Entranho? Não, pois a relação entre os dois personagens ainda era de harmonia. De repente, uma reportagem no jornal nacional, em agosto, inflama o protesto contra o dono da bola. Aí nos perguntamos: mas e a harmonia, aonde foi parar? É evidente, que o tamanho que o protesto contra Ricardo Teixeira ganhou causou o afrouxamento das relações de outrora e, como a emissora não gosta de ir contra quem está ganhando, até por causa de suas relações comerciais, resolveu o atacar também. Essa briga ainda vai longe se for de interesse da rede Globo, é claro, já que a exclusividade de transmissão dos jogos de futebol em grande parte se deviam a essa relação.
Esse foi um exemplo regional, mas a verdade é que a mídia se impõe falsamente no planeta como grande guia da população para o desenvolvimento mas, na verdade, guia a população para o consumo e para o comodismo que o sistema financeiro exige hoje. As notícias, principalmente as que dizem respeito à economia e aos conflitos internacionais, são manipuladas antes de serem passadas ao povo; os conflitos no Oriente Médio são exemplos e aqui não preciso me estender.
A conscientização que tento fazer é para que as pessoas tenham uma visão mais crítica em relação aos meios de comunicação e não de aceitação total ao que nos é passado. Já as aventuras da rede que se liga em você (plim plim) serão tratadas semana que vem, como continuação desse tema.
Qualquer coisa comentem!
Abraços
Luiz G. S. Neto
Abraços
Luiz G. S. Neto


Guilherme Calil Olivetti
ResponderExcluirLegal a manipulação que a Globo fez nas eleições presidenciais que elegeram o glorioso Fernando Collor de Me...
A emissora porta voz da ditadura e apoiadora de Antonio Carlos Magalhães completam a maravilhosa história de credibilidade.
Exelente tema e exelente texto.