sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dissecando o Álbum: TEN, PEARL JAM (1991)

Para comemorar os recém-completados 20 anos do lançamento dessa belezura, inauguro aqui a sessão “Dissecando o Álbum”. Ela tem como objetivo trazer um panorama geral sobre qualquer aspecto que eu (hohoho) ache importante que um álbum ou algumas músicas dele trouxe(ram) para nosso mundinho musical. Não dissecarei TODAS as faixas dos álbuns, apenas aquelas que merecem; incluem-se aí singles, não-singles e tapa-buracos: chamou minha atenção, terá seu nome citado aqui entre aspas.




Comecemos então com o pé direito: Pearl Jam e seu “Ten”. Daqui a menos de um mês, eles virão para o Brasilsilsil e eu vou ver!!! /momentocausandoinveja, portanto me empolguei para falar sobre o álbum mais clássico deles e também o que mais produziu hits por melodia quadrada depois de qualquer um dos Beatles: das 11 faixas foram 4 singles oficiais (“Alive”, “Even Flow”, “Jeremy” e “Oceans”) e 7 que os fãs sabem de cor de salteado (as quatro anteriores mais “Once”, “Porch” e “Black” – poha, “Black” não é single! Poha! Descobertas chocantes...). “Ten” é a galinha dos ovos de ouro do Pearl.

À dissecação:

O álbum abre com uma sequência para quebrar as pernas: “Once”, “Even Flow” e “Alive”. Estúpidos! Ouvi-las é um prazer:
“Once” começa com um combinado de bateria e baixo logo evolui para uma guitarra pura + a voz inconfundível do Eddie Vedder. Segue nessa linha por 3 minutos e meio. Boa.


Em seguida vem minha top 2 do álbum, “Even Flow”. “Even Flow” é clássica! Ponto de exclamação. “...Even flow, thoughts arrive like butterflies...”. É muito meigo ver um bruto como o Eddie comparando pensamentos a borboletas. Ai ai... Se você quiser conhecer PJ, deguste “Even Flow” ou seja um herege.


Pra fechar a sequência kick-ass temos “Alive”. Ela conta uma história sobre uma mãe que sempre escondeu do filho o verdadeiro pai e de uma hora para outra resolve contar para ele que ele morreu sem o menino nunca ter conhecido como se estivesse descascando batatas (juro que tentei pensar numa expressão melhor, relevem). Então, Eddie carrega toda sua emoção e puxa lá do âmago: “...OOOOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHH, I’m STILL ALIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIVE”. Need I say more?


Preciso continuar? SIM!!!!!!!!! (uníssono)

Seguimos com mais clássicos: “Black” – minha segunda top 2 do álbum. Impecável nos quesitos letra, melodia e voz eddievedderiana. Com direito a um “...Tchururururuuuuu” perdurando pelos quinhentos minutos finais, mas que deixa saudades quando acaba. “Black”+”Even Flow” combo = Música: Pearl Jam, você está fazendo isso direito.


Agora, momento tenso: “Jeremy”. Nunca gostei do clipe, achava cabreeeero (no melhor estilo Boça hahaha), muitas caretas do Eddie, caligrafia perturbada aleatória, muito vermelho que parecia sangue... Coisas de uma mente infantil muito criativa. Enfim, a música é BOWA! Outro classiquíssimo do Pearl para ser ouvida até dizer chega, e depois ouvir mais um pouquinho.


Para fechar essa belezura, “Oceans”. Clássico mais fraquinho, não pega meu ouvido de jeito, mas merece uma citação se você quer conhecer clássicos do PJ. E também vale a pena assistir ao clipe se, assim como eu, você também pensa que Eddie Vedder SEM CAMISA nunca é demais. 





Marina C.

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